A odontologia digital já não cabe em um notebook comum. Scanner intraoral, exocad, Blue Sky Plan e tomografia rodando ao mesmo tempo pedem uma máquina pensada para isso. É exatamente essa conversa que a Avell leva ao IN26, entre os dias 22 e 25 de setembro, o congresso que reúne profissionais de reabilitação oral, cirurgia e odontologia digital.
No estande, a marca apresenta modelos de diferentes linhas, com destaque para o Storm 560, ION A65 e o ION A70, além de configurações da linha Storm. O ION A70 chega como opção premium, com acabamento mais refinado. O Storm 560 e ION A65 apostam em potência bruta para quem processa arquivos pesados o dia inteiro.

Por que “homologado” importa para o seu consultório
Homologação não é só um selo. Significa que a marca de scanner ou o software testou aquela configuração de notebook e confirmou que ela roda sem travar, sem comprometer a memória e sem perder frames na hora de girar um modelo 3D.
Na prática, isso poupa tempo. Você não precisa testar por tentativa e erro se o seu Trios, Straumann, Primescan ou Medit vai funcionar bem com determinada placa de vídeo. A Avell já fez esse trabalho antes de te vender a máquina.
O Storm 560, por exemplo, vem com placa de vídeo RTX 5060 de 8 GB, entrega até 4 monitores externos e tela QHD+ de 180 Hz. É a configuração indicada para quem trabalha com escaneamento intraoral e programas de planejamento cirúrgico no mesmo fluxo, sem pausar um processo para abrir o outro.

Alta performance que veio do universo gamer
Outro ponto que a Avell reforça na participação no IN26 é a presença da NVIDIA ao lado da marca no evento. A parceria mostra como processamento gráfico, antes associado só a jogos, hoje sustenta renderização, modelagem 3D e até ferramentas de inteligência artificial usadas para identificar padrões em radiografias.
Durante o evento, o dentista poderá experimentar na prática diferentes configurações e como a alta performance já faz parte da rotina de quem trabalha com fluxo digital todos os dias.
O que isso muda no seu consultório
Se você já usa scanner intraoral ou está migrando para um fluxo 100% digital, o gargalo geralmente não é o scanner. É o notebook que processa os dados dele.
Um notebook subdimensionado trava a nuvem de pontos, demora para renderizar a arcada em 3D e atrasa a apresentação do plano de tratamento ao paciente. Um notebook homologado resolve isso antes de começar: você escaneia, visualiza e já discute o plano com o paciente na mesma consulta.
Se você passa pelo IN26, vale a pena conhecer o Storm 560 de perto e ver como ele se comporta rodando seu software do dia a dia. E se não puder ir ao evento, a configuração completa está disponível para consulta e compra direto no site.







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